quinta-feira, 19 de abril de 2018

II Fórum de Sustentabilidade - Abril 2018

Hoje foi realizado o 2o Fórum de Sustentabilidade com a exposição de cases e projetos certificados Benchmarking em 2017, além da apresentação do trabalho realizado pela Fundação Vitória Amazônica. 

 Os cases e projetos estavam enquadrados na temática "Educação, Comunicação e Informação Socioambiental" em alinhamento com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da agenda 2030 da ONU. Para saber mais sobre os ODS, assista aos vídeos do Minuto ODS AQUI  Para conhecer detalhadamente cada um dos ODS, clique AQUI 

O Fórum foi realizado na ESPM  nos Diálogos CEDS  (Centro ESPM de Desenvolvimento Social) e recebeu público interessado e atuante na área socioambiental. A programação contou com a participação de 5 expositores e 1 moderador, que ao final responderam perguntas da platéia. 

Participaram da exposição:  Fabiano Silva, Coordenador Executivo da Fundação Vitória Amazônica – FVA/Amazonas que apresentou o trabalho realizado pela FVA na Amazônia; Marcello Nunes, Coordenador das Ações Educativas de Eficiência Energética do grupo Neoenergia (PE) apresentando o Case “Paxuá e Paramim”, certificado Benchmarking, modalidade Senior, edição 2017; Letícia Matias, analista de Sustentabilidade da Cargill apresentando o  Case “Campanha Pró Código Florestal”, certificado Benchmarking, modalidade Senior, edição 2017; Sandra Nayara Silva, Ex Aluna do Senai Fundação Zerrener, e autora do Projeto “Selante de Goma de Mascar”, certificado Benchmarking, modalidade Junior, edição 2017; Ricardo Oliani da WABA WABA Games Interativos de Sustentabilidade que aplicou o game da sustentabilidade na platéia. Para encerrar, houve debate com a participação ativa da platéia.  

O próximo Fórum de Sustentabilidade será realizado em 17 de Maio, no Centro Paula Souza com  apresentação de cases Benchmarking atuantes na temática "Políticas e Ferramentas de Gestão". Para ver a programação e se inscrever para os próximos fóruns, visite a página AGENDA - AQUI

terça-feira, 17 de abril de 2018

Dia do Planeta Terra em 22 de Abril


No próximo dia 22 de abril se comemora o dia da Terra, uma data significativa para quem se preocupa com os destinos do planeta.

A ONU lançou em 2000 os Objetivos do Milênio (ODM) para superar desafios globais e em 2015 fez a transição para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) que estão fundamentados em 5 Ps: Pessoas, Planeta, Paz, Prosperidade e Parcerias.

Os ODS contemplam uma agenda com 17 Objetivos e 169 metas para serem atingidos até 2030. Os temas contemplam as dimensões sociais, ambientais, econômicas e institucionais.

Envolvem questões diversificadas tais como: a erradicação da pobreza, segurança alimentar e agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura e industrialização, governança, e meios de implementação.  Esta é uma agenda da ONU para as pessoas e para o planeta, que busca

MINUTO ODS:

Vivemos em um momento de preocupação profunda com nosso planeta em relação aos seus desafios mais urgentes. E, todas as pessoas devem conhecer não apenas os desafios globais, mas também o plano da ONU para superá-los.

MINUTO ODS é uma série com vídeos curtos que esclarecem o plano da ONU para melhorar o mundo em 17 objetivos e 169 metas para serem atingidos até 2030.  A série é disponibilizada na internet, veiculada em eventos presenciais, e compartilhada por parceiros da iniciativa, instituições representativas e universidades.

Se todos conhecerem e compreenderem a importância destes objetivos a ponto de colocarem estas metas no dia a dia, o mundo será melhor. Para assistir aos vídeos, clique AQUI  Para conhecer cada um os ODS de forma mais detalhada, clique AQUI 
Benchmarking Brasil: Um programa de valorização das boas práticas nas organizações
Um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do País, que certifica e compartilha cases de boas práticas há mais de uma década. Até a edição anterior, 373 cases foram certificados e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos (encontros, seminários, fóruns e congressos). Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases de sustentabilidade, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU. Veja em https://sustainabledevelopment.un.org/partnership/?p=22525

Programa Benchmarking Brasil
Inteligência Coletiva em Sustentabilidade 
www.benchmarkingbrasil.com.br

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Caminhar é preciso, mas sem boas pernas não será possível

Independente do prisma que se olhe para determinada questão, serão as práticas determinantes. Se boas, competitivas, eficientes, dependerá dos objetivos. Mas é certo que sem elas, não se saí do lugar. Mesmo com horizonte aberto, sem elas, não se avança. E porque isto acontece? Será que falta coragem, segurança ou pernas fortes e preparadas para caminhar?
Na área da sustentabilidade é bom ver pernas fortes, estradas abertas e organizações avançando. Prestar atenção em cada detalhe para conhecer os caminhos das pedras, o pulo do gato, a receita da excelência das práticas que fazem as organizações crescerem e potencializarem suas caminhadas. 
Quando olho para o cenário da sustentabilidade, vejo muita disposição para falar, mas igual resistência para compartilhar. O que leva a vários questionamentos. Não se consegue visualizar com nitidez (transparência) os passos, a velocidade e direção, a estrada de quem apenas fala. Anúncios e depoimentos estão mais para monólogos do que para diálogos. Os tempos e as condições das falas não são lineares e nem tem o mesmo peso. Já compartilhar é respeitoso, linear, interativo e com devolutivas. Se consegue enxergar com maior nitidez (transparência), as pernas e os passos de quem se diz na estrada da sustentabilidade. Mas este processo (maior ou menor nitidez e transparência do que se faz) é sútil e pode passar despercebido, ou até mesmo, incentivado por aqueles que dele fazem parte.
Boas Práticas, quem tem mostra e compartilha
Os profissionais da área de sustentabilidade foram preparados para uma criticidade maior em relação aos fatores que impactam os princípios e diretrizes do que se convencionou chamar “Sustentabilidade”. Pelo menos, é o que esperamos e desejamos. Devem ter um olhar sistêmico e fazer as inter-relações. Os próprios ODS, antes eram ODM, em 15 anos foram revistos, dobraram o número de objetivos e metas com novas temáticas. Tudo evoluí, e com os profissionais da sustentabilidade não deve ser diferente, principalmente se comparado com as demais áreas em uma organização.
Acho que as novas gerações não sabem que antigamente só existia o temido DP – Depto Pessoal – que surgiu para atender questões legais (benefícios, leis trabalhistas, etc). Hoje, temos o RH – Recursos Humanos, muito mais complexo e estratégico. Tudo se transforma e evoluí. Com a área de sustentabilidade que já nasceu com muitos recortes e desafios transversais, não será diferente. Ficar parado no tempo, fazendo o básico, não vai fazer as pernas fortalecerem para uma caminhada na direção dos objetivos maiores e necessários. Não será feito a melhoria contínua que toda organização procura.
Como já dizia minha avó na sua sabedoria de imigrante, “quem não arrisca não petisca”. É necessário ir além, inovar, melhorar e compartilhar (não apenas falar) os progressos e conquistas da área. Se isto não está acontecendo, a área não está se fazendo necessária ou não está sendo bem representada. Caminhar é preciso, mas sem boas pernas (boas práticas), não será possível. 
Benchmarking Brasil: Um programa de valorização das boas práticas nas organizações
Um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do País, que certifica e compartilha cases de boas práticas há mais de uma década. Até a edição anterior, 373 cases foram certificados e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos (encontros, seminários, fóruns e congressos). Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases de sustentabilidade, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU. 
16 de abril de 2018
Marilena Lavorato
Idealizadora do Programa Benchmarking Brasil
Inteligência Coletiva em Sustentabilidade
www.benchmarkingbrasil.com.br

quinta-feira, 12 de abril de 2018

A contribuição das boas práticas na construção de sociedades sustentáveis




Refletir sobre esta questão é necessário se desejamos a evolução no seu real sentido. E aí, não vale o preciosismo de se achar isolado do processo. Assim como andorinha sozinha não faz verão, sociedades sustentáveis e evoluídas não se constróem com omissões e isolamentos.


Cada época tem os seus desafios, mas também, suas oportunidades. O processo de evolução (ou de estagnação) das sociedades tem como base suas práticas. E quanto melhores elas forem, mais evoluída será a sociedade. Quanto mais transparentes, mais confiável. É o óbvio, mas não é a realidade de todas as sociedades. Que o diga quem vive em sociedades com ausência (ou timidez) das boas práticas.

O compromisso com o desenvolvimento das boas práticas tem que ter um olhar para o coletivo

Para que a evolução aconteça, é necessário mais do que bons pensadores, mais que corpos técnicos especializados. Eles são fundamentais, mas não se bastam. É necessário o envolvimento, e de forma bem visível. 

O compromisso com o desenvolvimento das boas práticas tem que ter um olhar para o coletivo. A cultura de sustentabilidade não se faz da noite para o dia e muito menos sem espirito proativo. É necessário compartilhar e interagir.

Assim como andorinha só não faz verão, sociedades sustentáveis precisam do envolvimento (e compartilhamento) das empresas e gestores com boas práticas.

Benchmarking Brasil: Um programa de valorização das boas práticas nas organizações

Um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do País, que certifica e compartilha cases de boas práticas há mais de uma década. Até a edição anterior, 373 cases foram certificados e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos (encontros, seminários, fóruns e congressos). Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases de sustentabilidade, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU.

Inscrições de cases online até 15 de abril de 2018 na plataforma Benchmarking

Benchmarking Brasil
Inteligência Coletiva em Sustentabilidade
www.benchmarkingbrasil.com.br

terça-feira, 10 de abril de 2018

Certificação Benchmarking - Legítimos da Sustentabilidade


Um dos mais respeitados selos de sustentabilidade receberá inscrições de cases para certificação Benchmarking até 15 de Abril. Os cases de boas práticas serão selecionados por uma banca avaliadora com especialistas de 7 diferentes países. A metodologia de seleção e certificação dos cases tem o reconhecimento da ABNT e aproximadamente 200 organizações já tiveram cases certificados nas temáticas:  Resíduos; Energia; Emissões; Recursos Hídricos e Efluentes; Educação, Informação e Comunicação Socioambiental; Ferramentas e Políticas de Gestão; Manejo e Reflorestamento; Pesquisas Científicas e Desenvolvimento de Novos Produtos; Proteção e Conservação; e Arranjos Produtivos.

Especialistas de 7 países participam da Banca Avaliadora

O Programa Benchmarking presta um relevante serviço de utilidade publica na medida que informa a sociedade o “modus operandi” das organizações nas questões relativas aos aspectos sociais e ambientais. Todos sabemos que seus impactos extrapolam a célula empresarial e impactam toda sociedade. A Banca avaliadora que fará a seleção dos cases Benchmarking reúne representantes de 7 diferentes países: Chile, Colômbia, Guiana Francesa, França, Itália, Portugal, e Brasil. Para saber mais sobre os integrantes da CT 2018, siga para: http://benchmarkingbrasil.com.br/comissao-tecnica-2018/

Comissão Técnica 2018 – Nomes em Ordem Alfabética
  1. Beatriz Luz – Fundadora do Núcleo Brasileiro de Economia Circular no Forum for the Future – São Paulo/Brasil
  2. Carolyna Yasmin Lopes Garcia – Representante UNEP FI – Santiago/Chile
  3. Claudia Valenzuela –Chefe da UNOPS ONU – Brasília/Brasil
  4. Daniel Kieling – Especialista em Mudanças Climáticas – Paris/França
  5. Diana Patricia – Pesquisadora da Escola de Economia da Universidade Sergio Arboleda e Editora da Revista Civilizar de Negócios e Economia – Bogotá/Colombia
  6. Gustavo Pinheiro – Chefe do Programa de Política Climática e Economia do Instituto Clima e Sociedade – Rio de Janeiro/Brasil    
  7.  Izabella Teixeira –  Co-presidente do Painel Internacional de Recursos da ONU – IRP / UNEP e Ex Ministra Meio Ambiente do Brasil – Rio de Janeiro/Brasil
  8. Jorge José Martins Rodrigues – Professor Coordenador no Instituto Politécnico de Lisboa – Lisboa/Portugal
  9. Maira de Cassia Petrini – Coordenadora Programas executivos HSM e Professora pós-graduação em temas da sustentabilidade da PUC RS – Porto Alegre/SP
  10. Marco Follador – Especialista em Mudanças Climáticas da Comissão Européia – Ispra/Italia
  11. Philippe Thibault – Cooperação para a sustentabilidade WWF – Cayenne/Guiana Francesa
  12. Rejane Pieratti – Diretora do Departamento de Desenvolvimento, Produção e Consumo Sustentáveis no Ministério do Meio Ambiente.– Brasília/Brasil
  13. Suzana de Pádua – Presidente do Instituto de Pesquisa Ecológica IPE – Brasília/Brasil
Sobre o Programa Benchmarking:

Um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do País, que certifica e compartilha cases de boas práticas há mais de uma década. Até a edição anterior, 373 cases foram certificados e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos (encontros, seminários, fóruns e congressos). Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases de sustentabilidade, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU. 

Inscrições de cases online até 15 de abril de 2018 na plataforma Benchmarking

Benchmarking Brasil
Inteligência Coletiva em Sustentabilidade
www.benchmarkingbrasil.com.br

Certificação Benchmarking - Legítimos da Sustentabilidde

Empresas e Gestores com Boas Práticas
Inscrições de Cases até 15 de Abril

Mais informações, AQUI




Certificação Benchmarking - Ultima chamada para organizações com boas práticas

Ultima semana para inscrição de cases de boas práticas alinhados aos ODS


O Programa Benchmarking receberá até 15 de abril, cases de sustentabilidade que tenham excelência nas práticas adotadas. 

Os cases serão selecionados por uma banca avaliadora com especialistas de 7 diferentes países. A metodologia de seleção e certificação dos cases tem o reconhecimento da ABNT e aproximadamente 200 organizações já tiveram cases certificados pelo Programa Benchmarking.  

Sobre o Programa Benchmarking:

Um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do País, que certifica e compartilha cases de boas práticas há mais de uma década. Até a edição anterior, 373 cases foram certificados e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos (encontros, seminários, fóruns e congressos). Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases de sustentabilidade, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU. 

Até 15 de abril de 2018 na plataforma Benchmarking

Benchmarking Brasil
Inteligência Coletiva em Sustentabilidade
www.benchmarkingbrasil.com.br

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Quem não quer a sustentabilidade?


Se a sustentabilidade tem por princípio a perenidade de processos que se equilibram nos pilares social, ambiental e econômico, não faz sentido sua rejeição.

Então porque ainda vivemos forte descompasso entre o que se fala e o que se faz. 

Esta incoerência é um visível fator contrário aos propósitos da sustentabilidade. Mas, esta é apenas a ponta do Iceberg.

A Ponta do Iceberg

Se a organização tem time de sustentabilidade certamente terá projetos na área, caso contrário não justificará sua existência. E se tem projetos, certamente estes terão práticas que podem e devem ser compartilhados com a sociedade para mostrar o modus operandi numa área que é cada vez mais valorizada por ir muito além da simples produção e comercialização de bens e serviços. 

São modus operandi (práticas) que afetam significativamente toda a sociedade, positivamente ou seu contrário. Não são as boas práticas que causam acidentes, crises e retrocessos. São a ausência, ou a falta de qualidade e timidez das mesmas, que causam grandes estragos, ou no mínimo, retardamento e perda de mercado.

Os corpos técnicos das organizações devem ser valorizados pelas práticas que desenvolvem, senão também, não se justificarão suas existências. A sustentabilidade de papel não convence mais a ninguém. Mas, as suas boas práticas, sim.

Para organizações e gestores com boas práticas

Quem tem boas práticas, mostra e compartilha. Não faz sentido o seu contrário. O Programa Benchmarking convida organizações que tenham boas práticas para participarem da sua 16ª edição, inscrevendo projetos relevantes de sustentabilidade para submeterem a certificação Benchmarking até 15 de abril. Para se inscrever, clique AQUI

A metodologia de seleção dos cases tem o reconhecimento da ABNT e a banca avaliadora é composta por especialistas renomados de vários países.  Conheça a comissão técnica 2018, AQUI.   


Sobre o Programa Benchmarking:

Um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do País, que certifica e compartilha cases de boas práticas há mais de uma década. Até a edição anterior, 192 organizações dos 3 setores da economia tiveram 373 cases certificados e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos (encontros, seminários, fóruns e congressos). Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases de sustentabilidade, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU.  Inscrições até 15 de abril de 2018 na plataforma Benchmarking – www.benchmarkingbrasil.com.br

Benchmarking Brasil
Inteligência Coletiva em Sustentabilidade